terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Jesus Cristo

Jesus Cristo

Cerca de 6 a.C., Nazaré ou Belém, Palestina (atual Israel)
Cerca do ano 27, Jerusalém (atual Israel).

Da Página 3 Pedagogia & Comunicação

Reprodução

Reprodução

Jesus Cristo

Mesmo sem ter deixado nada escrito, Jesus é um personagem da Antigüidade universalmente conhecido, que viveu há cerca de 2.000 anos na antiga Palestina, território pertencente a Israel nos dias atuais. Também é chamado de Cristo (que significa sagrado, salvador ou messias). Pouco se sabe de sua existência em termos históricos.

Os textos que serviram de referência sobre a vida de Jesus são os quatro evangelhos do Novo testamento da Bíblia, livro sagrado do cristianismo, e que foram escritos em diferentes épocas por discípulos de Jesus: Mateus, Marcos, João e Lucas. A palavra evangelho se originou no grego antigo "euaggélion" e quer dizer boa nova, boa notícia. No século 19, quando o pensamento científico impôs-se sobre o religioso, os evangelhos não foram mais aceitos como documentos históricos - e a biografia de Jesus, assim como sua existência, passou a ser questionada.

Mas, daí em diante, pesquisadores juntaram provas de que Yeshua Ben Yossef (Jesus filho de José, em aramaico, a língua cotidiana da época na região), nasceu em Belém ou em Nazaré, por volta do ano 6 a.C., no fim do reinado de Herodes Antipas. A diferença entre a data real de nascimento de Jesus e o ano 1 do calendário cristão se deve a um erro de cálculo.

José, o pai de Jesus, era carpinteiro, e Maria, a mãe, era uma jovem que havia sido prometida em casamento a José. Na religião cristã ou cristianismo, Jesus é considerado o filho de Deus, gerado de forma milagrosa, sem parentesco com José.

Maria teria recebido a visita do arcanjo Gabriel (o anjo da Anunciação, o mesmo que seria visto por Maomé 600 anos depois) e sabido que, por obra do Espírito Santo, seria a mãe do Filho (Jesus) de Deus (Pai) que viria ao mundo para salvar a humanidade. Essa seria a base do cristianismo que se formou a partir de então: a trilogia formada por Pai, Filho e Espírito Santo.

O Evangelho de Lucas traz a Anunciação como ocorrida em Nazaré, onde José e Maria viviam, e conta que o casal foi obrigado a viajar até Belém, onde Jesus nasceu, pelo censo "ordenado quando Quirino era governador da Síria".

A Bíblia não fala quase nada sobre a infância e a adolescência de Jesus, com exceção de uma passagem em que, aos 12 anos, numa visita ao Templo de Jerusalém durante a Páscoa judaica, seus pais o encontram discutindo teologia com os sábios nas escadarias do templo.

Os evangelhos apócrifos - aqueles que não foram aceitos pela Igreja - descrevem Jesus como um menino travesso, que dava vida a figuras de barro para impressionar os colegas.

Aos 30 anos de idade, Jesus começou a divulgar suas idéias em público e a fazer milagres. Ele se fez batizar por João Batista nas margens do rio Jordão. Jesus viajou para a Galiléia e seus primeiros seguidores (discípulos) foram pescadores do lago Tiberíades. Eles viviam perto dali, em Cafarnaum, um povoado com cerca de 1.500 moradores.

Escavações encontraram os restos da casa de um dos discípulos, provavelmente de Simão Pedro (hoje conhecido como São Pedro), além de um barco datado da mesma época da passagem de Cristo pelo lugar.

Embora Jesus não tenha se esforçado para obter fama, esta se espalhou por toda a região e passou a incomodar governantes romanos e líderes religiosos judeus. Seu ato mais controverso foi anunciar que era Deus, ou filho de Deus: isso era uma violação da lei judaica. Os líderes religiosos convenceram o governador romano Pilatos a autorizar sua execução.

Ele foi preso, no Jardim do Getsêmani, em Jerusalém. Julgado, Jesus reafirmou sua missão divina e foi condenado. Atravessou as ruas carregando a cruz e foi crucificado, aos 33 anos, entre dois ladrões, no Gólgota, o morro do calvário ou da caveira.

Daí em diante, as narrativas ficam sem comprovação histórica, a não ser no terreno da fé cristã: depois de ser enterrado, ele teria ressuscitado e seu corpo foi levado aos céus, onde está sentado à direita do Pai.


Fonte: http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u636.jhtm

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

terça-feira, 24 de novembro de 2009

A marca da besta

Esse é um dos pontos que devemos estar atentos. Leia a Bíblia Sagrada, mais especificamente o Apocalipse para tomar conhecimento e estar ciente das coisas que virão acontecer.

Bíblia Sagrada - Apocalipse


Textos da Internet sobre o assunto:

A Marca da Besta

Aula Sobre a Marca da Besta e o Chip de Implante

A marca da besta

A Cruz

Imagens simples, de fácil compreensão.
Observe e reflita!

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

quinta-feira, 19 de novembro de 2009







terça-feira, 17 de novembro de 2009

Depende de nós




Música de Ivan Lins - A Turma do Balão Mágico. Uma espécie de hino do Curso de Perdão e Reconciliação


Fonte: http://www.youtube.com/user/espereniteroi

A Paz - Roupa Nova



Fonte: http://www.youtube.com/user/JulianaVGalvao

O vento - Os Monarcas




Fonte: http://www.youtube.com/user/EduardoAPH

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Salmo-003-Oração de confiança nas horas difíceis - Narrado por Cid




Fonte: http://www.youtube.com/user/fiodnatureza01

CID MOREIRA - NÃO SEJAIS ANSIOSOS.




Vídeo especialmente editado para aqueles que estão procurando um conforto interior, que são ansiosos e não conseguem viver um dia de cada vez, que se lamentam a todo tempo dos infortúnios do passado e se antecipam às dores do futuro. Para aqueles também que reconhecem em DEUS o poder para curar todos os males, apartir do momento que reconhecemos nossa condição de subordinado às leis do tempo. Alguns recortes deste vídeo são de fotos tiradas no jardim da igreja católica de Mantenópolis, na praça D Luiz.

Fonte: http://www.youtube.com/user/bigbengazz

O PRIVILÉGIO DA ORAÇÃO - Cid Moreira



Fonte: http://www.youtube.com/user/messengerofChrist

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Desenhos para imprimir e pintar








Fonte: http://www.gospelkids.vilabol.uol.com.br/pintando.htm#

Arca de Noé

Há milhares de anos, numa terra bem distante, vivia um homem chamado Noé. Noé e sua família eram felizes, porque amavam a Deus.

Mas nem tudo na cidade onde Noé morava era bom. As pessoas brigavam e faziam muitas coisas más.

Um dia, Deus ficou cansado de ver a terra que Ele tinha criado sendo tão maltratada pelos

seus moradores, e os homens, os quais Ele havia feito com tanto amor, serem tão maus. Então Deus decidiu destruir a terra com uma chuva bem forte, um dilúvio.

Mesmo estando triste com os moradores da terra, Deus se lembrou de Noé, que era um bom homem, e prometeu que salvaria a ele e à sua família. Para isso, Ele ordenou: "Noé, construa um barco bem grande e entre nele com seus filhos, suas filhas, seus netos e os seus parentes. Também coloque dentro desta arca um casal de cada animal que há sobre a terra".

E assim Noé fez. Mas enquanto ele construía o grande barco, as pessoas riam, o chamavam de louco. "Chover? Que idéia absurda! Nunca choveu..." diziam alguns. Mas Noé continuava alertando aos homens sobre o que iria acontecer.

E um dia, quando a arca ficou pronta, Noé entrou nela com sua família e os animais. Um anjo travou a porta do barco do lado de fora, e então começou a chover...

Foi uma chuva muita forte, que transbordou rios, encobriu casas e montanhas. O povo mau, desesperado e com medo, pedia socorro a Noé. Mas ele não podia abrir a arca. Era tarde demais.

O dilúvio durou 40 dias, e todos os que viviam na terra, morreram. Menos Noé, sua família e um casal de cada animal, que ficaram por todo esse tempo seguros dentro da arca.

Quando a chuva parou e as águas baixaram, eles saíram do barco, e Noé agradeceu a Deus. Deus o abençoou e fez uma aliança: disse que nunca mais a terra seria destruída por um dilúvio.

Então Ele colocou no céu um lindo arco-íris, como um sinal, para que toda vez que olharmos para o arco colorido entre as nuvens, estejamos nos lembrando da promessa.


Fonte: http://www.gospelkids.vilabol.uol.com.br/historias_arca.htm

terça-feira, 27 de outubro de 2009

CONHECER JESUS PARA ANUNCIÁ-LO



Esse “conhecer” não é mero acúmulo de informação, mas, o ter uma experiência com Deus, pois, “este conhecimento" (...) envolve um relacionamento pessoal...
Por: Joel Júnior


Conhecê-lo para anunciá-lo

Por Ariovaldo Ramos
(Diretor do portal: Missão Integral)


Por que é necessário conhecer para anunciar? Por motivos óbvios. Em primeiro lugar, não dá para, com um mínimo de propriedade, falar sobre alguém sem, em alguma medida, conhecê-lo. Porém, no caso de Jesus Cristo, há uma agravante: o conhecê-lo estabelece a diferença entre a vida e a morte.

E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.- Jo 17.3.

Conhecer Jesus é ter vida eterna. Não conhecê-lo...

O que é conhecer Jesus? Vamos primeiro ver o que não é conhecer Jesus:

João 9:
15 Então, os fariseus, por sua vez, lhe perguntaram como chegara a ver; ao que lhes respondeu: Aplicou lodo aos meus olhos, lavei-me e estou vendo.
16 Por isso, alguns dos fariseus diziam: Esse homem não é de Deus, porque não guarda o sábado. Diziam outros: Como pode um homem pecador fazer tamanhos sinais? E houve dissensão entre eles.
17 De novo, perguntaram ao cego: Que dizes tu a respeito dele, visto que te abriu os olhos? Que é profeta, respondeu ele.
18 Não acreditaram os judeus que ele fora cego e que agora via, enquanto não lhe chamaram os pais


19 e os interrogaram: É este o vosso filho, de quem dizeis que nasceu cego? Como, pois, vê agora?
20 Então, os pais responderam: Sabemos que este é nosso filho e que nasceu cego;
21 mas não sabemos como vê agora; ou quem lhe abriu os olhos também não sabemos. Perguntai a ele, idade tem; falará de si mesmo.
22 Isto disseram seus pais porque estavam com medo dos judeus; pois estes já haviam assentado que, se alguém confessasse ser Jesus o Cristo, fosse expulso da sinagoga.
23 Por isso, é que disseram os pais: Ele idade tem, interrogai -o.
24 Então, chamaram, pela segunda vez, o homem que fora cego e lhe disseram: Dá glória a Deus; nós sabemos que esse homem é pecador.
25 Ele retrucou: Se é pecador, não sei; uma coisa sei: eu era cego e agora vejo.
26 Perguntaram-lhe, pois: Que te fez ele? como te abriu os olhos?
27 Ele lhes respondeu: Já vo-lo disse, e não atendestes; por que quereis ouvir outra vez? Porventura, quereis vós também tornar-vos seus discípulos?
28 Então, o injuriaram e lhe disseram: Discípulo dele és tu; mas nós somos discípulos de Moisés.
29 Sabemos que Deus falou a Moisés; mas este nem sabemos donde é.
30 Respondeu-lhes o homem: Nisto é de estranhar que vós não saibais donde ele é, e, contudo, me abriu os olhos.
31 Sabemos que Deus não atende a pecadores; mas, pelo contrário, se alguém teme a Deus e pratica a sua vontade, a este atende.
32 Desde que há mundo, jamais se ouviu que alguém tenha aberto os olhos a um cego de nascença.
33 Se este homem não fosse de Deus, nada poderia ter feito.
34 Mas eles retrucaram: Tu és nascido todo em pecado e nos ensinas a nós? E o expulsaram.
35 Ouvindo Jesus que o tinham expulsado, encontrando -o, lhe perguntou: Crês tu no Filho do Homem?
36 Ele respondeu e disse: Quem é, Senhor, para que eu nele creia?
37 E Jesus lhe disse: Já o tens visto, e é o que fala contigo.
38 Então, afirmou ele: Creio, Senhor; e o adorou.


O jovem cego de nascença havia sido curado por Jesus, mas, não o havia visto, uma vez que sua cura se manifestar a no tanque de Siloé, quando, em obediência, lavara o rosto, conforme prescreveu-lhe Cristo. Daí porque podia contar o que lhe aconteceu, como aconteceu, mas, sobre o seu benfeitor, o máximo que poderia dizer é que era profeta, por causa da portentosidade de seu feito. Para poder declarar que Jesus era o Filho do Homem, que, na sua teologia, significava acreditar que ele era o messias, teve de ter um encontro com Jesus, onde este se apresenta como tal.

Conhecer Jesus não é receber uma benção dele.

Outro texto que corrobora isso é Mateus 16:

13 Indo Jesus para os lados de Cesaréia de Filipe, perguntou a seus discípulos: Quem diz o povo ser o Filho do Homem?

Jesus tratou muito bem o povo: a ele pregou, alimentou, curou, devolveu muitos dos seus mortos. Foi com o povo que andou e que se confundiu. A pergunta era, portanto, uma aferição: será que as bençãos ministradas ao povo geraram a compreensão de quem Jesus era?

14 E eles responderam: Uns dizem: João Batista; outros: Elias; e outros: Jeremias ou algum dos profetas.

Não se assuste, aqui não tem nada de reencarnação. É que os judeus classificavam um profeta comparando-o com os que o antecederam; era uma espécie de “ranking” de profetas. Colocaram Jesus de Nazaré no primeiro time. Curioso, ter o povo comparado Jesus com profetas conhecidos pela força de sua palavra e pelo ultimato de seu apelo. Dá para pensar que a mensagem de Cristo não era tão adocicada como muitos pregadores a querem fazer parecer. A resposta, entretanto, deixou a desejar, conseguiram ver em Jesus um grande profeta, catalogaram-no entre os maiores, porém, não acertaram.

O que ratifica nossa conclusão: receber bençãos, ainda que miraculosas, de Jesus Cristo, não é o mesmo que conhecê-lo?

Continuemos no texto:

15 Mas vós, continuou ele, quem dizeis que eu sou?

Outra aferição, esta, mais importante: os discípulos conviveram com Jesus, será que acertariam?

16 Respondendo Simão Pedro, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo. Então, Jesus lhe afirmou: Bem-aventurado és, Simão Barjonas, porque não foi carne e sangue que to revelaram, mas meu Pai, que está nos céus.

Esta resposta tem duas partes:

“Tu és o Cristo”, o messias, o salvador vislumbrado pelos patriarcas e anunciado pelos profetas. Certo, porém, incompleto, se parasse por aí: todos criam que o messias seria o maior dos profetas (Deuteronômio 18.15), entretanto, um profeta. Pedro, então, teria ido apenas um pouco mais adiante que o povo.

“O filho do Deus vivo”... ele vai mais longe... Revolucionário!

Os teólogos, de então, diziam que Deus era único, logo, não podia ter filho. Por que? Porque se Deus tivesse um filho, este teria de ser um Deus também, então, já não seria um único Deus, mas, dois deuses. Eles não conheciam a doutrina da Trindade, não sabiam que há três pessoas e um só Deus. Pedro disse-o: Jesus de Nazaré é o Cristo e o Cristo é Deus. Resposta completa!

E por que acertou? Porque recebeu uma revelação!

Conhecer Jesus é ter uma revelação sobre quem ele é: Deus Salvador. E essa revelação só o pai dá.

Como disse Jesus: Ninguém pode vir a mim se o Pai, que me enviou, não o trouxer ; e eu o ressuscitarei no último dia - João 6.44.

Esse “conhecer” não é mero acúmulo de informação, mas, o ter uma experiência com Deus, pois, “este conhecimento" (...) envolve um relacionamento pessoal. O Pai e o Filho se conhecem em amor mútuo, e através do conhecimento de Deus as pessoas são admitidas ao mistério desse amor divino, amando a Deus, sendo amadas por ele e, em resposta, amando umas às outras.”
1

Sem esse conhecimento, o anúncio de Jesus fica, para dizer o mínimo, incompleto; colocando em risco não só o evangelho, pela mediocrização do mesmo, como o destino de quem recebe esse anúncio, quando chegar o dia da ressurreição.

A alguns, naquele dia, Jesus dirá: Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade - Mateus 7.23.

É preciso conhecê-lo para anunciá-lo, de maneira tal que o receptor do anúncio possa realmente ser salvo.

Como a gente sabe se tem esse conhecimento?

Deixe-me contar-lhe a cena de um filme que tem a ver com a afirmação de Pedro: tu é os Cristo, o Filho do Deus vivo:

Franco Zefirelli, cineasta italiano, fez o filme Jesus, que chamou de seu afresco. O filme, originariamente, apresentado em duas partes, tinha, como término de sua primeira parte, cena que procurava retratar o texto que estamos trabalhando: Zefirelli descreve Pedro ajoelhando-se enquanto proferia a declaração em questão e, ato contínuo, os demais discípulos, tomados pelo impacto da afirmação, testemunhando sua concordância, também se ajoelham. Não sei se foi assim mesmo que aconteceu, porém, indubitavelmente, é a cena que mais se coaduna com a profundidade do que foi dito.

Jesus é mais que um profeta a ser ouvido; mais que um mestre a ser seguido; é Deus a ser adorado. Esse é o conhecimento-experiência, acerca de Jesus, que dá vida eterna (João 17.3).

Quem o conhece Jesus o adora, não pelo que ele faz, mas, pelo que ele é.

Esse é Jesus que precisa ser anunciado, por que é esse tipo de conhecimento-experiência com Cristo que salva.

O que é anunciar Jesus?

A primeira vista, essa é pergunta de resposta simples: é contar a experiência que tivemos, o que ela produziu em nós e, então, convidar nosso interlocutor a ter a mesma experiência.

Seria simples se não fosse Atos 1.8:

Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra.

Responda-me, por que razão, alguém precisaria de poder especial para ter condições de dar testemunho de Jesus Cristo? O jovem, que citamos no começo, liberto da cegueira, por exemplo, não precisou de poder especial para contar o que lhe tinha acontecido, quem tinha feito e como o tinha feito.

Por que nós o precisaríamos? Porque a Igreja não tem apenas uma mensagem para anunciar, tem uma mensagem para demonstrar:

Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus (Mateus 5.16), disse Jesus.

Acho que Jesus de Nazaré foi o primeiro ser humano a trabalhar com o conceito de multimídia, pois, ele queria e quer que ao mesmo tempo que a gente esteja falando dele, a pessoa que nos ouve o esteja observando em nossas vidas, assim como, esteja sentindo no seu coração o calor que as palavras de Cristo produzem, como foi com os discípulos a caminho de Emaús.

Ele quer que a vida, o jeito e os atos da gente sejam as primeiras provas de que ele é quem diz ser.

Para isso é preciso poder , e não pouco: é preciso poder do Espírito Santo.

Anunciar Jesus Cristo é comunicá-lo por vida, palavras e obras.

Qual é expressão prática disso?

É simples:

Primeiro, Missão – a igreja reagindo às demandas que Deus tem para a sociedade.

Marcos 6:
7 Chamou Jesus os doze e passou a enviá-los de dois a dois, dando-lhes autoridade sobre os espíritos imundos.
8 Ordenou-lhes que nada levassem para o caminho, exceto um bordão; nem pão, nem alforje, nem dinheiro;
9 que fossem calçados de sandálias e não usassem duas túnicas.
10 E recomendou-lhes: Quando entrardes nalguma casa, permanecei aí até vos retirardes do lugar.
11 Se nalgum lugar não vos receberem nem vos ouvirem, ao sairdes dali, sacudi o pó dos pés, em testemunho contra eles.
12 Então, saindo eles, pregavam ao povo que se arrependesse;
13 expeliam muitos demônios e curavam numerosos enfermos, ungindo-os com óleo.


Quando a igreja sai em missão, segundo o chamado de Jesus Cristo, ela tem algo a mostrar:

O poder que expulsa os espíritos imundos e que liberta os homens.

Tem, também, algo a anunciar: a mensagem que gera o arrependimento e a fé salvadora.

Só a Igreja pode fazer isso.

Sair em missão é sair para enfrentar o mal em todas as suas manifestações: ignorância; opressão espiritual, física e/ou sócio-econômico-política; injustiça; etc.

Para ser eficaz, a igreja deve atentar para a orientação de Jesus Cristo:

Fazê-lo de modo orquestrado a partir da comunidade, tem de haver quem envie, quem estabeleça os parâmetros, quem forneça os meios e quem os receba de volta (Chamou Jesus os doze e passou a enviá-los de dois a dois, dando-lhes autoridade sobre os espíritos imundos.).

Dependência completa de Deus (nem pão, nem alforje, nem sandálias, nem túnica extra);

Desvinculamento da pretensa segurança do mundo (nem dinheiro);

Contextualizar-se ao que a graça comum já operou na sociedade beneficiária do esforço missionário (quando entrardes nalguma casa, permanecei aí até vos retirardes do lugar)
2.

Remissão de toda a glória para Deus (ungindo-os com óleo)
3
.

Segundo, Missão – a igreja reagindo às demandas que a sociedade leva a Deus.

Lucas 9:
10 Ao regressarem, os apóstolos relataram a Jesus tudo o que tinham feito. E, levando-os consigo, retirou-se à parte para uma cidade chamada Betsaida.
11 Mas as multidões, ao saberem, seguiram-no. Acolhendo-as, falava-lhes a respeito do reino de Deus e socorria os que tinham necessidade de cura.
12 Mas o dia começava a declinar. Então, se aproximaram os doze e lhe disseram: Despede a multidão, para que, indo às aldeias e campos circunvizinhos, se hospedem e achem alimento; pois estamos aqui em lugar deserto.
13 Ele, porém, lhes disse: Dai-lhes vós mesmos de comer. Responderam eles: Não temos mais que cinco pães e dois peixes, salvo se nós mesmos formos comprar comida para todo este povo.
14 Porque estavam ali cerca de cinco mil homens. Então, disse aos seus discípulos: Fazei-os sentar-se em grupos de cinqüenta.
15 Eles atenderam, acomodando a todos.
16 E, tomando os cinco pães e os dois peixes, erguendo os olhos para o céu, os abençoou, partiu e deu aos discípulos para que os distribuíssem entre o povo.
17 Todos comeram e se fartaram; e dos pedaços que ainda sobejaram foram recolhidos doze cestos.


A igreja reagindo às demandas da sociedade. A igreja, para mostrar o que tem, a exemplo de Jesus Cristo, neste trecho, deve ver-se como resposta de Deus para a sociedade.

Jesus Cristo viu-se como resposta de Deus à ignorância espiritual do povo: falava-lhes a respeito do reino de Deus.

Viu-se, também, como resposta de Deus à enfermidade do povo: socorria os que tinham necessidade de cura.

Viu-se como resposta de Deus à fome do povo: E, tomando os cinco pães e os dois peixes, erguendo os olhos para o céu, os abençoou, partiu e deu aos discípulos para que os distribuíssem entre o povo.

Todos comeram e se fartaram.

Viu-se como resposta à desorganização e desorientação do povo: Fazei-os sentar-se em grupos de cinqüenta.

Tudo que Jesus Cristo usou para responder as demandas do povo:

A compaixão: acolhendo-as.

Cristo levou seus discípulos para descansar, encontrou as multidões esperando-o, acolheu-as, isto é, assumiu-se como resposta de Deus para a ansiedade do povo.

A igreja, de igual modo, para mostrar o amor do Pai, deve acolher a humanidade, compreendendo a sua condição de carente da glória de Deus (Romanos 3.23). É uma missão de salvação, não de juízo.

A palavra de Deus: falava-lhes a respeito do reino de Deus.

Carente da glória de Deus, a humanidade tem sido desviada pelos mais diversos enganos. Jesus Cristo ensinou-lhes o caminho que realmente leva a Deus. A igreja tem a resposta para a pergunta dos homens, logo, tem a responsabilidade de respondê-la para fazê-los ver o Pai que quer ser encontrado.

O poder do Espírito Santo: socorria os que tinham necessidade de cura.

Jesus Cristo tinha consciência de que os dons que recebemos são para abençoar os necessitados. A exemplo dos amigos do paralítico (Marcos 2)
4, a igreja tem de colocar todos os seus recursos para que a cura de Deus seja alcançada; a cura de Deus não contempla apenas o espiritual, pois, Cristo veio “não só a alma do mal salvar, também, o corpo ressuscitar”5. Dessa forma a igreja mostra o Pai que preocupa-se com o sofrimento humano.

Recursos do próprio povo: Não temos mais que cinco pães e dois peixes. – que um menino cedeu (João 6.9).

Jesus deixou claro que o problema não são os recursos, há, independente da quantidade. A questão é se eles estão ou não entregues nas mãos de Cristo. Quando a igreja se dispõe a servir, sua preocupação deve ser a de colocar os recursos de que dispõe nas mãos de Deus; e, dessa forma, mostrar o Pai que distribui os recursos para o bem de todos.

O exemplo: Fazei-os sentar-se em grupos de cinqüenta.

Ao dar essa ordem, o Senhor tratou de duas questões: em primeiro lugar criou caminho para que o pão chegasse a todos. Sem que as pessoas fossem dispostas dessa maneira , como os discípulos conseguiriam alcançar a todos com o alimento? Lembre-se, eram cinco mil homens, acrescente mulheres e crianças... é provável que cheguemos a cerca de doze mil pessoas.

Em segundo lugar, Jesus promoveu uma nova forma de organização do povo: quando ele chegou em Betsaida encontrou uma multidão de pessoas se acotovelando; ao propor essa organização, Jesus estava transformando esse amontoado de pessoas numa reunião de cerca de duzentos e quarenta comunidades, compostas de cinqüenta pessoas cada. Além do mais levou-as ao status de companheiros, pois, a palavra companheiros significa aqueles que compartilham do mesmo pão. Essa disposição tinha, em si, um ensino: só em comunidade todas as pessoas podem ser alcançadas e alimentadas.

A igreja, não só deve viver em comunidade, como deve ensinar a humanidade a viver assim – é na comunidade que cada sujeito constrói sua identidade – dessa maneira faz-se conhecido o Deus que está em permanente conselho
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- o Deus Triúno.

A igreja só alcançará tal eficácia indo onde as pessoas estão, onde a história está acontecendo; envolvendo-se.

Como doze homens conseguem fazer doze mil sentarem-se, a menos que se misturem ao povo e, através do ensino e do exemplo, ministrem o senso comunitário?

A fé que se estriba na gratidão: Então, Jesus tomou os pães e, tendo dado graças, distribuiu-os entre eles; e também igualmente os peixes, quanto queriam (João 6.11).

Jesus Cristo tomou o pouco alimento que recebeu e, ao invés de pedir um milagre, agradeceu a Deus, o que nos ensina algumas verdades:

Quem sabe agradecer pelo que recebe, ainda que pareça pouco, verá a multiplicação de Deus.

Jesus Cristo confiava no caráter de Deus, porque fé é isso – crer que Deus existe e é galardoador daqueles que o buscam (Hebreus 11.6) – é como se Cristo dissesse:- “se foi isso o que Deus mandou é porque, com isso, vai dar para fazer uma festa.”

A igreja precisa demonstrar pela gratidão o Deus galardoador dos que o buscam. E pelo compartilhamento o Deus abençoador e solidário.

Com tais práticas a igreja produz obras que não podem ser explicadas a não ser como fruto da ação divina.

Onde temos de anunciar Jesus?

tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samaria e até os confins da Terra.

Ou seja, em todos os lugares do mundo.

Quando? tanto, como.

Ou seja, agora e ao mesmo tempo.

Missão é assim:

quem não é chamado a atravessar fronteiras, é chamado a anunciar em sua Jerusalém.

quem não chamado a ir para além fronteiras é chamado a enviar missionários, que significa interceder por eles e sustentá-los financeira e emocionalmente.

É isso irmãos, conheçamos e prossigamos em conhecer o Senhor e anunciemo-lo a tempo e fora de tempo.


Fonte: http://www.adtag.com.br/tabid/90/articleType/ArticleView/articleId/85/CONHECER-JESUS-PARA-ANUNCILO.aspx Em 27/10/09

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Ser evangélico não basta; é preciso ser de Jesus

Autor: Pr. Paulo Cardoso

Trinta e cinco milhões de evangélicos. Esse é o dado do último censo realizado no Brasil.

A pergunta, no entanto, é: Quantos desses trinta e cinco milhões, de fato, já compreenderam o Evangelho de Jesus?

Porque compreender o Evangelho me leva a viver de um modo diferente. E quando digo diferente, não estou me referindo ao “diferente”, normalmente, utilizado para dizer que a pessoa não fuma, não frequenta alguns lugares, não assiste determinados filmes, não fala palavrões ou que passou a frequentar os cultos de uma igreja cristã, algumas vezes por semana.

Não é sobre esse diferente que estou falando. Porque se esse fosse o diferente, seria superficial demais, cosmético demais, paliativo demais. Seria, como se diz “só para inglês ver”. Esse diferente, até a educação e o bom senso podem produzir.

Eu conheço várias pessoas que não se consideram cristãs e que não fumam, não falam palavrões, não gostam de alguns filmes, não vão a certos lugares – não por uma questão de fé; mas, simplesmente, porque não gostam, não concordam ou porque sabem que não vai fazer bem à saúde e coisas assim.

Só que o diferente que eu estou falando é aquele onde o coração se torna mais compassivo, mais misericordioso, mais bondoso, mais limpo, mais verdadeiro, mais tolerante, mais caridoso, mais sensato, mais sábio, mais consciente, mais em paz, mais humilde, mais servo, mais voluntário, mais parecido com Jesus.

Se eu acho que compreendi o Evangelho, mas continuo preconceituoso, orgulhoso e insensível à dor do meu próximo; eu estou, completamente, enganado. Se eu acho que creio no Evangelho, mas eu não me compadeço, nem mesmo, de um familiar que está sofrendo com depressão ou ansiedade, eu estou, completamente, iludido. Se eu acho que eu conheci o Evangelho, e eu, nem mesmo, trato com misericórdia quem está sofrendo por causa de uma enfermidade; nem humano eu estou sendo, quanto mais cristão.

O Evangelho enternece o coração da gente. O Evangelho nos torna mais gente. O Evangelho nos ajuda a enxergar a nossa própria fragilidade e pequenez. O Evangelho nos faz ver que não há respostas prontas e nem fórmulas secretas. O Evangelho nos torna mais humanos. Nos faz mais parecidos com Jesus.

Será que as pessoas não percebem que conhecimento teológico ou bíblico não torna ninguém num seguidor de Jesus? Porque Ele disse que é manso e humilde de coração. E o que Ele quer nos dar é descanso para as nossas almas.

Há muita gente letrada na Bíblia, mas vazia do amor de Deus. É claro que elas querem ser amadas. E é claro que elas usam versículos para cobrar amor dos outros. Elas se vêem como vítimas do desamor e injustiçadas pelos outros. Mas, elas mesmas não vivem o amor. Não vivem a extravagância da graça. Pelo contrário, vivem de suas medidas e cálculos baseados na lei e nas regras rígidas e frias da religião.

Amor não é o que sentimos, mas o que fazemos. Deus amou o mundo e deu o Seu Filho. Daí que quando amamos, fazemos algo.

É aí que eu entendo que o amor é o único que autentica a vida com Deus. Ou seja, não há Deus se não há amor. Porque Deus é amor. E porque, sem amor, nada é feito em Deus e muito menos para Ele.

Quando falo de amor, falo dessa escolha de se doar pelo bem do outro. Esse olhar para a vida com os olhos do bem. Não um sentimento arrebatador que mistura química com hormônios. Mas aquela escolha da vontade de fazer o bem em nome de Jesus.

O amor lança fora o medo; mas, também lança fora o sentimento de vítima, o desejo de ser reconhecido, a luta por posições, o orgulho que nos faz olhar para as pessoas de cima para baixo, a arrogância religiosa, as disputas sem sentido e a falta de misericórdia.

O fato é que conhecer o Evangelho de Jesus é mergulhar na graça de Deus. Sem esse mergulho não existe Evangelho e nem compreensão dele. Pode haver cultura bíblica, conhecimento teológico, aparência de piedade; mas não há vida de Deus.

Que pena ver que o Evangelho foi transformado em uma simples doutrina a ser estudada. Que pena que há tanta gente que conhece a Bíblia, mas não reflete Jesus em sua vida. Que pena que as pessoas conseguem se considerar cristãs, mas não vêem que o alvo de tudo é ser como Jesus, amar a Deus e ao semelhante.

Quantas pessoas decoram capítulos inteiros da Bíblia, mas não podem se compadecer de um irmão que está fraco e doente. São capazes de explicar doutrinas e discorrer sobre os mais diversos temas da teologia, mas não expressam qualquer misericórdia e compaixão em sua vida.

O critério final do julgamento, segundo Mateus 25, não será o conhecimento bíblico ou teológico, mas o amor. “Tive fome e não me destes de comer, tive sede e não me destes de beber”. Parece que ainda não entendemos que o que fazemos a um dos nosso irmãos ou irmãs estamos fazendo a Jesus.

Não dá para amar a Deus e odiar o meu irmão. Não dá para falar nas línguas dos anjos e dos homens e não viver o amor de Deus. Não dá para profetizar, operar sinais e prodígios, curar enfermos e libertar oprimidos, e não ser compassivo, misericordioso, bondoso e humilde de coração. O reino de Deus é fundado sobre o amor-ágape de Deus. O amor que escolhe buscar o bem do outro.

Não um amor romântico ou sentimental; mas um viver onde as escolhas tem haver com essa busca. Isso, sim, tem haver com o espírito do Evangelho de Jesus. O resto é o resto.

Que o Espírito Santo se derrame sobre nós e nos faça ver que não só sem fé é impossível agradar a Deus; mas que quem não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor.

O que interessa não é ser evangélico, é viver o Evangelho. O que interessa é ser de Jesus.

Pr. Paulo Cardosojavascript:void(0)
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Fonte: http://www.evol.com.br/ser-evangelico-nao-basta-e-preciso-ser-de-jesus


Porque confiar em Deus

Para cada pensamento negativo nosso , Deus tem uma resposta positiva:

Voce diz: "Isso eh impossivel"
Deus diz: "Tudo e possivel" (Lucas 18:27)

Voce diz: "Eu jah estou cansado"
Deus diz: "Eu te darei o repouso" (Mateus 11:28-30)

Voce diz: "Ninguem me ama de verdade"
Deus diz: "Eu te amo" (Joao 3:16 & Joao 13:34)

Voce diz: "Eu nao posso fazer"
Deus diz: "Voce pode fazer tudo" (Filipenses 4:13)

Voce diz: "Doi muito"
Deus diz: "Eu te livrarei da angustia" (Salmos 90:15)

Voce diz: "Nao vale a pena"
Deus diz: "Tudo vale a pena" (Romanos 8:28)

Voce diz: "Eu nao mereco perdao"
Deus diz: "Eu te perdoo (I Epistola de Joao 1:9 & Romanos 8:1)

Voce diz: "Nao vou conseguir"
Deus diz: "Eu suprirei todas as suas necessidades" (Filipenses 4:19)

Voce diz: "Estou com medo"
Deus diz: "Eu nao te dei um espirito de medo" (II Timoteo 1:7)

Voce diz: "Estou sempre frustrado e preocupado"
Deus diz: "Confiai-me todas as suas preocupacoes" (I Pedro 5:7)

Voce diz: "Eu nao tenho talento suficiente"
Deus diz: "Eu te dou sabedoria" (I Corintios 1:30)

Voce diz: "Nao tenho fe"
Deus diz: "Eu dei a cada um uma medida de fe" (Romanos 12:3)

Voce diz: "Eu me sinto so e desamparado"
Deus diz: "Eu nunca te deixarei nem desampararei"(Hebreus 13:5)
Deus esta sempre conosco e nos piores momentos, a melhor forma de ter uma ajuda, um consolo, um palavra de ajuda, de forca e fe eh só abrir a palavra e Deus tem sempre uma resposta que precisamos!!!

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

A Segunda Vinda de Jesus.

As Profecias de Daniel e o Tempo do Fim

livro de Daniel começa com aparente derrota para o povo de Deus, e termina com um poderoso livramento para Seu povo, que será marcado pela gloriosa aparição de nosso Senhor e Salvador Jesus. Este estudo desvendará a gloriosa verdade da segunda vinda de Jesus.

OS EVENTOS FINAIS DE DANIEL 12

1. Quem se levanta para defender o povo de Deus e pelo que passará este povo nesse tempo? (Daniel 12:1)

“...Nesse tempo, se levantará __________, o Grande ______________, o Defensor dos filhos do teu povo, e haverá tempo de ________________, qual nunca houve, desde que houve nação até aquele tempo; mas, naquele tempo, será _________ o teu povo, todo aquele que for achado inscrito no livro...”

NOTA: Miguel não é outro senão Jesus o Grande Príncipe que se levanta para defender o povo de Deus. O arcanjo é também chamado Miguel (Judas 9). Jesus está retornando pela segunda vez com a voz do arcanjo (I Tessalonissenses 4:16). Contudo, Jesus, embora seja chamado um Arcanjo ou Miguel, ainda é totalmente Deus – não um ser criado. Neste tempo, o mundo está mergulhado dentro de um tempo de grande tribulação que nunca houve até então. O povo de Deus passará por este tempo de atribulação, mas será livrado.

A SEGUNDA VINDA DE CRISTO

2. Que evento livrará o povo de Deus, ressuscitando justos? (I Tessalonissenses 4:16, 17)

“...Porquanto o ___________ mesmo, dada a Sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus...”

NOTA: Quando Jesus vier, os justos mortos serão ressuscitados. Aqueles que estiverem vivos serão livrados e arrebatados para encontrar com Jesus nos ares. A segunda vinda de Jesus é uma das mais gloriosas verdades de toda a Bíblia.

3. O que Jesus nos prometeu sobre a Sua vinda e como Ele virá? (João 14:1-3 e Atos 1:9-11)

“...E, quando Eu for e vos preparar lugar, _______________ ...”

“...Esse Jesus, que dentre vós foi assunto ao céu virá do ________ como O vistes subir...”

NOTA: A segunda vinda de Jesus é baseada na certeza da promessa do próprio Jesus. Jesus voltará da mesma maneira que ascendeu aos céus. Como Sua ascensão foi visível e pessoal; portanto, Sua volta também será.

4. Quantos na terra verão Jesus vir pela segunda vez? (Mateus 24:30 e Apocalipse 1:7)

“... _________ os povos da terra se lamentarão, e _________ o Filho do homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória...”

“...Eis que vem com as nuvens, e ________ olho o verá...”

NOTA: A volta de Jesus será um evento que circulará todo o mundo. Não somente os justos, mas todos os ímpios O verão. Os ímpios lamentarão Sua vinda, mas os justos rejubilarão.

5. O que Jesus aconselhou sobre quando alguém lhes disser que Ele virá secretamente? Que palavras, Paulo usa para indicar que Jesus voltará com grande barulho? (Mateus 24:26 e 27 e I Tessalonissenses 4:16)

“...Portanto, se vos disserem: Eis que ele está no deserto!, não ___________. Ou: Ei-Lo no interior da casa!, não __________________. Porque assim como o _______________ sai do oriente e se mostra até no ocidente, assim há de ser a vinda do Filho do homem...”

“...Porquanto o Senhor mesmo, dada a Sua ______________ de ordem, ouvida a ______ do arcanjo, e ________________ a trombeta de Deus...”

NOTA: A Bíblia é clara. Não há nada secreto sobre a volta de Jesus. Qualquer que disser que Jesus está voltando secretamente está enganado e os cristãos não devem acreditar nele. Não haverá trombeta silenciosa! Ela perfurará os ouvidos para anunciar a notícia feliz de que Jesus está retornando (veja também Salmos 50:3). Por séculos pareceu que Deus estava quieto, mas agora, de repente, na segunda vinda, Deus falará; e o mundo inteiro vai conhecê-Lo.

6. Onde os justos encontrarão Jesus? (I Tessalonissenses 4:16, 17)

“...depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre ___________, para o encontro do Senhor nos ________...”

NOTA: Jesus não tocará a terra quando vier pela segunda vez. Os justos, vivos e ressuscitados, serão arrebatados para encontrar com Ele nos ares. No fim dos mil anos Jesus retornará e tocará a terra, mas não o fará quando Ele voltar pela segunda vez.

HAVERÁ UM ARREBATAMENTO SECRETO?

Parece estranho que claramente a Bíblia ensina que Jesus virá visível e pessoalmente. Por que então esta doutrina de arrebatamento secreto tem sido proposta? Os defensores da doutrina do arrebatamento secreto acreditam que Deus está usando a nação literal de Israel de uma maneira especial nos últimos dias. A Bíblia é clara ao dizer que a igreja é o agente de evangelização de Deus para o tempo do fim. Portanto, não existirá a necessidade de arrebatamento para livrar a igreja para que Deus possa utilizar Israel. Agora examinaremos outra premissa maior da doutrina de arrebatamento, a saber, que os santos não estarão aqui durante o tempo de atribulação – a grande tribulação final – e que o anti-cristo não aparecerá até depois do então chamado “arrebatamento.”

7. O livro de Daniel indica que os santos serão livrados antes ou durante o tempo de tribulação? (Daniel 12:1)

“...e haverá tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até aquele tempo; mas, ___________ tempo será salvo o teu povo...”

NOTA: Daniel nos mostra que o livramento não virá antes do tempo de tribulação, mas durante, assim como aconteceu a ele na cova dos leões e a seus três amigos na fornalha.

8. Que promessa Deus dará ao Seu povo enquanto as pragas estiverem sendo lançadas durante este tempo de tribulação? (Salmos 91:10)

“...nenhum _______ te sucederá, praga _______________ chegará à tua tenda...”

NOTA: Deus não promete livramento das pragas, mas um livramento em meio as pragas. Tribulações cairão por todo redor, mas elas não atingirão o povo de Deus.

9. De acordo com Paulo, o que deve acontecer antes deste dia da segunda vinda e a reunião dos justos com Jesus ocorrer? (II Tessalonissenses 2:2, 3)

“...Ninguém, de nenhum modo, vos engane, porque isto não ______________ sem que primeiro venha a ____________ e seja revelado o homem da iniquidade, o filho da perdição...”

NOTA: Aqueles que ensinam a doutrina do arrebatamento secreto declaram que o homem do pecado, o anti-cristo, virá depois da segunda vinda, quando os justos, forem reunidos com Jesus. Paulo, em contraste, declara inequivocadamente que o dia em que nós seremos reunidos com Jesus não virá sem que o homem do pecado, o anti-cristo, venha primeiro.

10. O que destruirá o homem do pecado? (II Tessalonissenses 2:8)

“...então, será, de fato, revelado o iníquo, a quem o Senhor Jesus matará com o __________ de sua boca e o _______________ pela manifestação de Sua vinda...”

NOTA:É muito estranho para o homem do pecado, o anti-cristo, ser destruído pelo brilho da segunda vinda de Jesus, se ele não aparecerá até depois da segunda vinda. É óbvio na Bíblia que o anti-cristo será totalmente revelado antes da segunda vinda de Jesus para reunir os Seus santos. (ler Lucas 17:34-37, “aquele que vai ser levado e aquele que vai ser deixado”).

JESUS ESTÁ VOLTANDO

11. Por que os grandes homens da terra chorarão para que as rochas e montes caiam sobre eles na segunda vinda de Jesus? E como justos respondem a segunda vinda de Jesus? (Apocalipse 6:15, 16 e 19: 5, 6)

“...Caí sobre nós e escondei-nos da ________ dAquele se assenta no trono, e da ______ do _______________...”

“...Saiu uma voz do trono, exclamando: Dai ____________ ao nosso _________...dizendo: ____________! Pois reina o Senhor, nosso Deus, o Todo-Poderoso...”

NOTA: Para os ímpios, a segunda vinda de Jesus de amargo desespero e escuridão. Eles clamam para que as rochas e montes caiam sobre eles, e os justos louvam e exaltam Deus.

12. Como a Bíblia chama a segunda vinda de Jesus? (Tito 2:13)


“...aguardando a _____________ esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus...”

13. Podemos saber o tempo exato da segunda vinda de Jesus? Sabemos que está próxima? (Mateus 24: 32,33 e 36)

“...quando _________ todas estas coisas, sabei que está próximo, às ___________...”

“...Daquele ______ e ________ _____________ sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, senão o ______...”

14. Que sinais celestiais Jesus deu para indicar a humanidade que os últimos dias já chegaram? (Mateus 24:29)

“...o sol _________________, e a lua não dará a sua claridade, as ____________ cairão do firmamento...”

NOTA: Imediatamente após a tribulação da “época escura”, ocorreram grandes sinais celestiais para indicar-nos que chegou o tempo do fim. Em 18 de maio de 1780 (18 anos antes da queda de Roma papal) o grande dia escuro na América do Norte aconteceu. Uma escuridão muito negra se alastrou pela terra. Naquela noite a lua foi totalmente coberta por um vermelho sangue. Igualmente, em 12 de novembro de 1833 (11 anos antes do início do julgamento de 1844) ocorreu a grande chuva meteórica da história, na qual estimou-se que um bilhão de estrelas cadentes caíram visivelmente sobre os Estados Unidos e Canadá.

15. Como Jesus estará voltando logo, o que os cristãos devem fazer? (Mateus 24:42)

“...____________, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor...”

MINHA DECISÃO: Senhor Deus, ajuda-me a me manter firme, vigiando a todo tempo, esperando a volta de Seu Filho, Jesus.

Assinatura:________________________ Data: _______________________


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segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Cruzadinhas Bíblicas
O provável fim dos apóstolos




A Marca da Besta: A Educação do Futuro

Julio Severo

JesusSite

Se perguntassem para nós hoje como será a educação do futuro, talvez diríamos que será uma educação que, finalmente, eliminará completamente o analfabetismo e dará oportunidades de ensino para todos. Pelo menos, nosso desejo simples é o bem-estar das crianças, inclusive na área educacional. Educação é parte importante da vida. Assim, a vasta maioria dos pais espera mandar os filhos para boas escolas.

Contudo, e se perguntassem para Abraão, Isaque e Jacó como seria a educação do futuro? Parece que eles não tinham preocupações com essa questão, pois eles estavam ocupados com a responsabilidade de treinar os filhos para viver para Deus neste mundo. Deus também não estava preocupado, pois ele sabia que Abraão e seus descendentes cumpririam essa responsabilidade. Ele mesmo disse: "Porque o conheço e sei que ele ordenará a seus filhos e sua casa depois dele, e eles guardarão o caminho de Jeová, para praticarem a justiça e o juízo, a fim de que Jeová traga sobre Abraão o que ele falou dele". (Gênesis 18:19 Darby)

Portanto, Gênesis, o primeiro livro da Bíblia, revela que Deus estava perfeitamente consciente de que Abraão estava capacitado para dar uma educação alicerçada no lugar certo: nos mandamentos de Deus. Abraão, Isaque e Jacó não se preocupavam com a educação do futuro, pois sua atenção estava voltada para a importante missão de educar os filhos nos caminhos do Senhor. Não existia para eles interesse educacional maior do que formar nos filhos uma mentalidade com um profundo conhecimento e temor de Deus.

E se perguntassem para outros homens e mulheres da Bíblia como seria a educação do futuro? Parece que poucos teriam condições de responder, porém há dois homens que saberiam dar uma resposta relevante: Moisés e João. Tendo estudado nas melhores universidades do Egito, Moisés estava em condições de oferecer uma perspectiva com base em sua experiência no sistema educacional egípcio, que não era muito diferente do que conhecemos hoje. No entanto, parece que em nenhum lugar da Palavra de Deus se vê uma resposta tão clara e direta quanto uma importante revelação que se encontra no último livro da Bíblia. Em Apocalipse, o Apóstolo João pôde ver por revelação especial como seria o sistema educacional de um futuro que, bem provavelmente, também inclui nossa geração.


O QUE APOCALIPSE REVELA SOBRE O FUTURO

Entre as muitas visões que recebeu no livro do Apocalipse, João viu um sistema de governo mundial, sob a liderança da Besta, controlando a vida de todas as pessoas:

"[A Besta] obrigou todas as pessoas, importantes e humildes, ricas e pobres, escravas e livres, a terem um sinal na mão direita ou na testa. Ninguém podia comprar ou vender, a não ser que tivesse esse sinal, isto é, o nome [da Besta] ou o número do nome [dela]". (Apocalipse 13:16-17 BLH)

Será que é difícil entender essa passagem? Deus ama as pessoas simples que o amam e lhe dão atenção. Ele escreveu sua Palavra de modo que mesmo alguém sem formação educacional do mundo possa compreender. "A explicação da tua palavra traz luz e dá sabedoria às pessoas simples". (Salmos 119:130 BLH) Como podemos então entender o que Deus está querendo nos dizer em determinados textos bíblicos? O que precisamos fazer é comparar uma passagem espiritual com outra passagem espiritual. Aliás, a própria Palavra de Deus nos ensina que podemos aprender a distinguir os pensamentos, intenções e revelações do Espírito Santo em Sua Palavra "comparando as coisas espirituais com as espirituais". (veja 1 Coríntios 2:13 RC)

Então, comparando o texto de Apocalipse com duas passagens no Antigo Testamento que trazem indicação semelhante de sinal na mão e na testa, é possível entender o que esse simbolismo significa.

"Essa festa será como um sinal para vocês, como se fosse uma coisa amarrada na mão ou na testa, e os ajudará a se lembrarem de recitar e de estudar a lei do Deus Eterno; pois com grande poder ele os tirou do Egito". (Êxodo 13:9 BLH)

"Isso será como uma lembrança, como alguma coisa amarrada nas mãos ou na testa. E nos fará lembrar que com o seu grande poder o Deus Eterno nos tirou do Egito". (Êxodo 13:16 BLH)

A repetição da festa, ano após ano, ajudaria a educar o povo de Deus a nunca se esquecer da Palavra de Deus. Em termos bem simples, essa repetição era um método educativo usado para marcar profundamente a mente das pessoas, de modo que sempre se lembrassem de recitar e estudar a Palavra de Deus.


MARCAS PROFUNDAS

"[A Besta] obrigou todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, a receberem certa marca na mão direita ou na testa, para que ninguém pudesse comprar nem vender, a não ser quem tivesse a marca, que é o nome da besta ou o número do seu nome". (Apocalipse 13:16-17 NVI)

Comprar e vender faz parte do sistema de vida da sociedade. Para sobreviver nesse sistema, no mínimo o cidadão precisa de um emprego. Principalmente em cidades grandes, praticamente todos os empregos exigem determinado nível de escolaridade. Aliás, uma das primeiras perguntas que um empregador faz a alguém que deseja um emprego é sobre grau de escolaridade. Mais do que nunca, um homem hoje precisa de um diploma escolar para poder ter uma ocupação no mercado de trabalho, e as exigências mínimas de escolaridade estão cada vez mais altas, obrigando assim crianças e adolescentes a passar o máximo de anos nas instituições escolares. Um ser humano hoje só é valorizado de acordo com um diploma oficial que comprova que ele passou anos estudando nas escolas e universidades. Está se tornando quase impossível viver sem um diploma escolar.

Essa tendência indica que logo não será possível conseguir um emprego sem uma escolaridade mínima aprovada pelo governo. Preocupados com os filhos e a fim de ajudá-los a não sofrer desvantagens e portas fechadas no mercado de trabalho, os pais fazem questão de forçá-los a passar o máximo de anos nas instituições de ensino. As pressões sociais, políticas e legais de hoje não permitem que um jovem consiga obter uma ocupação digna de trabalho sem um diploma escolar aprovado pelo governo, anulando assim suas chances de sobrevivência. Sem emprego, como é que alguém conseguirá comprar e vender para viver? É isso o que indica o texto de Apocalipse: os que não tiverem sido marcados na mão ou na testa não poderão fazer nada para sobreviver no mercado de trabalho. Qual então é o significado da mão e testa marcados?

Marca na mão: A mão é a parte do corpo que age, trabalha e realiza tarefas. O sinal na mão é um símbolo de que a pessoa recebeu uma formação educacional tão profunda e intensa que tudo o que ela faz traz a marca do que ela aprendeu. Ela foi ensinada a fazer as coisas de acordo com os ideais do sistema educacional do governo. Ela foi "marcada" para agir e se conduzir conforme a educação que lhe foi implantada.

Marca na testa: A testa é a parte do corpo onde fica a mente. O sinal na testa é um símbolo de que a pessoa recebeu uma formação educacional tão profunda e intensa que tudo o que ela pensa e fala traz a marca do que ela aprendeu. Ela foi ensinada a pensar e se expressar de acordo com os valores do sistema educacional do governo. Ela foi "marcada" para pensar conforme a educação que lhe foi implantada.

Se esse simbolismo realmente representa a influência de um sistema educacional no modo de as pessoas pensarem e agirem, então pode-se considerar essa influência como uma marca bem forte, pois hoje uma criança é obrigada a passar anos na escola institucional sendo marcada por muitos ensinos impostos pela educação do governo.


MISTÉRIO DA BESTA E SEU SIGNIFICADO

Qual é o significado do nome e número da Besta? Há a possibilidade de que nome e número possam ser uma referência bem simples aos conceitos básicos e essenciais de língua e matemática, que são as colunas fundamentais da educação. Assim, no sistema da Besta todos os cidadãos, cristãos ou não, são obrigados por lei a ir para a escola para aprenderem o básico (ler e escrever) e, no processo, absorverem "outros ensinos" que a Besta considerar importantes para a formação das crianças e adolescentes.

Portanto, a Besta mencionada em Apocalipse não é um homem, mas algum tipo de entidade espiritual por trás de um sistema social que controlará e dirigirá o rumo e a vida de todos os cidadãos. Assim, a Besta é um sistema operando aqui na terra sob direção e controle demoníacos. De que maneira exatamente a Besta controlará a vida das pessoas? Quem é a Besta?

O termo Besta significa no original grego animal selvagem ou pessoa má. Seguindo essa definição, é possível entender que todas as pessoas (de qualquer condição social, religião ou etnia) receberão uma formação educacional que as condicionará a pensar e viver sem a ajuda dos valores morais, exatamente como fazem os animais selvagens e as pessoas más. Em que sentido precisamente as instituições humanas de ensino poderiam implantar na mente das crianças abertura para condutas iguais ao comportamento dos animais selvagens ou das pessoas más?


SEXUALIDADE: UMA DAS QUESTÕES MAIS IMPORTANTES

Deus diz sobre a sexualidade humana: "É por isso que o homem deixa o seu pai e a sua mãe para se unir com a sua mulher, e os dois se tornam uma só pessoa". (Gênesis 2:24 BLH) Aliás, o primeiro e mais importante mandamento positivo de Deus para o primeiro casal humano foi exatamente sobre sexo, casamento e família (veja Gênesis 1:28). Embora o homem tenha chamado especial de Deus para deixar pai e mãe para se unir à sua mulher, serem uma só carne, formarem uma família e dominarem o mundo, o sistema educacional moderno basicamente educa as crianças a pensar e agir sem limites morais, exatamente como se o ser humano fosse um animal selvagem.

Para combater a ameaça das doenças sexualmente transmissíveis, o governo oferece a solução da camisinha. Nas escolas públicas, os programas de prevenção a essas doenças têm "como principal objetivo possibilitar que crianças e adolescentes possam fazer escolhas na área da sexualidade com responsabilidade e sem culpa, sem correr riscos de uma gravidez indesejada e de doenças sexualmente transmissíveis".(1) Crianças e adolescentes são ensinados a fazer "escolhas" na área sexual [eles podem aprender a decidir o que quiserem: sexo oral, vaginal, anal, etc.] com responsabilidade [sempre usando a camisinha e o controle da natalidade] e sem culpa [sem se sentirem incomodados com o sexo sem compromisso matrimonial]. É desse jeito que o governo quer que as crianças de escolas públicas aprendam a "proteger" seu prazer sexual de possíveis "transtornos". Entre esses transtornos está a gravidez, que é colocada no mesmo nível das doenças sexuais.

Para o governo, o problema não é o sexo antes do casamento, mas a gravidez e a criança inocente já concebida. O problema é tudo (seja gravidez ou doença) o que atrapalha o adolescente de obter o prazer sexual, com ou sem casamento, com ou sem valores morais. Assim, o alvo do governo é usar as escolas para preparar os jovens para fazer sexo, não para entrar no casamento. Seu objetivo é educar os jovens a evitar a gravidez, não o sexo fora do casamento. Sua meta é ensinar "respeito" e "tolerância" para com a liberdade sexual, não respeito para com todos os compromissos morais envolvidos com o sexo, inclusive casamento, família e criação de filhos.

Ao excluir a importância e o valor do compromisso conjugal entre homem e mulher como única forma saudável e natural de se relacionar sexualmente, a educação das escolas acaba abrindo espaço para escolhas sexuais anormais, inclusive a homossexualidade. O homossexualismo tem sido apresentado e ensinado nas salas de aula não como um comportamento sexual contra a natureza, mas como um estilo de vida diferente, que merece respeito e tolerância. Basicamente, as escolas agora educam a criança para pensar e agir como animal selvagem ou pessoa má na área sexual. O sistema educacional da Besta faria diferente disso?

Os governantes entendem muito bem a importância da educação na formação dos futuros cidadãos. Em seu governo socialista, Lula lançou um programa abrangente inédito chamado Brasil Sem Homofobia, para cultivar nos cidadãos atitudes favoráveis ao homossexualismo e, através de campanhas, implantar na mente deles uma programação ideológica hostil que os faça rejeitar espontaneamente toda opinião contrária às práticas homossexuais. Essa programação os condicionará a ver como preconceito, discriminação e ódio toda posição, inclusive da Bíblia, que considere o homossexualismo como pecado, anormalidade e perversão. De que maneira ocorrerá essa sutil lavagem cerebral? O plano do governo é treinar principalmente os professores de escolas públicas para fazerem apresentações exclusivamente positivas da conduta homossexual para os estudantes. Então, será de estranhar ver e ouvir, daqui a alguns anos, a maioria dos jovens defendendo o homossexualismo com naturalidade? Tal defesa será evidência de que os anos que eles passaram nas escolas produziram os resultados esperados pelas campanhas "educativas". Assim, o governo vê a escola como elemento chave em seu esforço para formar e mudar a mentalidade das crianças. A Besta verá as escolas de modo diferente?


RISCOS ESPIRITUAIS DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

Além da sexualidade, é a vontade do governo que a educação pública também inclua, disfarçadamente, elementos religiosos. Embora o Ministério da Educação (MEC) não tenha o mínimo interesse em ensinar as crianças a conhecer, ler e respeitar a Bíblia, tal não é o caso com as práticas de feitiçaria. O MEC acredita que o candomblé e outras religiões ocultistas provindas da África são expressões culturais legitimas dos negros brasileiros e quer doutrinar sistematicamente as crianças de escolas públicas a não desprezar nem rejeitar as práticas dessas religiões. Assim, os alunos são ensinados a respeitar o ocultismo africano como cultura. Qualquer oposição a essa "cultura" é considerada como racismo. O sistema educacional da Besta faria menos que isso?

Uma das preocupações mais fortes de todo pai e mãe que ama é garantir a segurança física, espiritual e moral dos filhos. Até os animais protegem seus filhotes. No entanto, em muitas escolas públicas a criança é exposta a drogas e outras situações que lhe colocam em perigo a saúde moral e espiritual e às vezes a própria vida. Muitos alunos estão também desprotegidos de más influências e de ensinos que desrespeitam os princípios morais e bíblicos aprendidos no lar e na igreja. É na escola que muitas vezes adolescentes e crianças são expostos a modelos e exemplos errados de namoro e conduta sexual. É de admirar então que tantos jovens evangélicos caiam sob as pressões de suas amizades e se desviem do Senhor depois de passar anos sob tal influência e socialização negativa? O sistema educacional da Besta faria diferente disso?

No sistema educacional da Besta, as crianças serão condicionadas, em alguns aspectos, a viver e ver a si mesmas como um animal. Enquanto na Bíblia o ser humano é mostrado como claramente distinto, diferente e mais importante do que os animais, nas escolas do sistema da Besta as crianças aprenderão que o ser humano teve origem não em Deus, mas nos animais. Não é exatamente isso o que está acontecendo em nossa própria época? Nas escolas de hoje, os professores recebem ordem do governo para ensinar que o homem veio do macaco, igualando assim o ser humano aos animais. A mente de crianças inocentes é marcada com uma mentira contra Deus, o Criador. Se o homem é igual aos animais em essência, então por que seu comportamento sexual não pode se igualar ao dos animais também? Assim, se os animais não precisam se casar antes de fazer sexo, por que valorizar o casamento entre os seres humanos? Por que esperar até o casamento para fazer sexo? É de estranhar então que as propagandas contra a AIDS do governo e a educação nas escolas enfatizem só a preparação para o sexo, não para o casamento? Será que o sistema da Besta agiria diferente disso?


A VULNERABILIDADE DO ESTUDANTE NA ESCOLA

A influência que uma criança recebe na escola pode marcá-la para o resto da vida. Um importante exemplo é o que aconteceu com um rapaz na Alemanha. Ele vivia bebendo e gastando o dinheiro do pai, que era um advogado descendente de rabinos. Para a alegria do pai, o rapaz se converteu ao Cristianismo e abandonou os maus hábitos. Ele passou até a escrever poemas sobre suas experiências cristãs. Contudo, quando foi estudar num estabelecimento de ensino ele caiu debaixo da influência de um professor que o introduziu num nível avançado de satanismo e idéias políticas radicais. A partir daí, o rapaz adquiriu uma nova mentalidade e crescente interesse no satanismo. Sua nova inspiração o levou a escrever poemas e livros sobre assuntos bem diferentes dos ensinamentos de Jesus. Em seu poema O Jogador, ele escreveu:


Vapores do inferno se levantam e enchem o cérebro,

Até que eu enlouqueça e meu coração mude completamente.

Vê a espada?

O príncipe das trevas a vendeu a mim.

Para mim ele supera o tempo e dá os sinais.

Danço cada vez mais ousadamente a dança da morte.
(2)

Em outro escrito, ele declarou:

Todas as minhas palavras são fogo e ação. (3)

O rapaz foi tão marcado pela influência que recebeu que acabou se tornando autor de obras que até hoje influenciam e inflamam nações e líderes mundiais: O Capital e O Manifesto Comunista. O nome do rapaz? Karl Marx, o fundador do socialismo, um sistema de governo criado para ocupar o lugar de Deus na vida dos cidadãos e controlar e determinar tudo o que fazem, principalmente na área da educação e família. Talvez nenhuma ideologia tenha trazido tanto derramamento de sangue para a humanidade quanto as idéias socialistas. De fato, as palavras de Marx se tornaram fogo e ação, incendiando e matando. Milhões de vidas inocentes foram destruídas na Rússia e na China comunista. Milhões de cristãos ao redor do mundo sofreram e sofrem cruelmente em países controlados por ideologias socialistas radicais, como Cuba, China e Coréia do Norte. Em países onde floresce um socialismo mais "brando" - como Suécia, Holanda, Canadá e Alemanha - as igrejas cristãs estão murchando e os direitos fundamentais dos cristãos estão sendo aos poucos suprimidos em favor de privilégios e direitos especiais para o comportamento homossexual, aborto e outras práticas contrárias aos princípios cristãos e morais mais básicos. Pais evangélicos que obedecem à Palavra de Deus e disciplinam fisicamente os filhos são alvo de discriminação, preconceito e hostilidade das autoridades suecas e canadenses, enquanto militantes homossexuais radicais adotam crianças e recebem espaço e permissão legal para poderem promover o homossexualismo até mesmo para crianças das escolas. O sistema da Besta faria menos que isso?


SOCIALISMO PARA TODOS, ATRAVÉS DA EDUCAÇÃO

Apesar de toda a realidade cruel envolvendo o comunismo, socialismo, esquerdismo e todos os seus parentes ideológicos, em muitas escolas e faculdades do Brasil o socialismo é apresentado da maneira mais benigna e favorável possível. Um jovem evangélico me contou que ao estudar informática numa faculdade de Brasília, a leitura de O Capital, de Karl Marx, e outros livros socialistas era obrigatória, muito embora essas obras ideológicas nada tenham a ver com o assunto de informática. Será que um jovem estudante pode ser contaminado e marcado por idéias e influências erradas numa escola? Karl Marx é um exemplo trágico e real do que pode acontecer com um rapaz num ambiente escolar.

Basicamente, o socialismo - em todas as suas formas - prega a submissão e dependência total de cada cidadão no governo e suas instituições. Na maioria das nações da Europa, a população vem sendo sistematicamente condicionada, por diversas estratégias educativas, a não ser "intolerante", "discriminadora" e "preconceituosa" contra o aborto, homossexualismo e outras perversões. Eles estão sendo condicionados a ver como natural o governo ocupando na vida deles um controle que só Deus deveria ter. Eles permitem que suas vidas sejam dominadas do nascimento até a morte. No passado, quando havia problemas nacionais e familiares, muitos europeus recorriam a Deus. Hoje, eles apelam para o governo. Se precisavam de emprego, buscavam mais a Deus. Agora, eles foram "ensinados" a pensar que é a responsabilidade do governo dar emprego para todos. O governo educou os cidadãos a vê-lo como o Grande Provedor. É de admirar então que a Europa esteja se esquecendo de Deus e experimentando um esvaziamento das igrejas cristãs?

O condicionamento do socialismo "brando" na Europa, através das escolas e dos meios de comunicação, programa todos para pensar que é o governo que tem o dever de suprir solução para tudo e para todos. Em resumo, os europeus aprenderam a depender mais do governo do que de Deus para suprir suas necessidades mais básicas. Para os pervertidos, o governo dá leis favoráveis ao homossexualismo, em vez de proteger os cidadãos contra condutas prejudiciais à saúde física e moral. Para as feministas, leis a favor do aborto, em vez de tomar uma posição firme contra o assassinato de bebês inocentes e indefesos. Para as esposas, condições para trabalhar fora, em vez de condições para elas não serem obrigadas por pressões econômicas a sair do lar para trabalhar e complementar a renda da família. Para as crianças, creches, em vez de condições para as mães poderem cuidar de seus próprios filhos no lar. Para os idosos, asilos, em vez de trabalhar para promover o bem-estar da família, que é o lugar mais saudável para acolher os seres humanos mais vulneráveis, inclusive idosos. Sem mencionar que as leis de freqüência obrigatória à escola mantêm crianças vulneráveis muitas horas diárias afastadas da família e seus valores e próximas do governo e seus valores. E toda a sociedade vê como normal o papel do governo e suas políticas socialistas que substituem as funções mais essenciais da família. Essas políticas tornam a família até certo ponto irrelevante e descartável. Pense bem: O sistema da Besta faria menos que isso?

As escolas de hoje, por imposição dos conceitos de "tolerância" e "pluralidade cultural" do governo, promovem o socialismo, evolução, homossexualismo e sexo sem necessidade de casamento e responsabilidade moral. Depois de passar dia após dia e ano após ano debaixo dessa influência "educacional", como as crianças conseguirão deixar de ser marcadas? O sistema educacional da Besta faria diferente disso?

Um pergunta intrigante então é: a educação do futuro já está aqui? A educação revelada em Apocalipse já está acontecendo?


ESCOLA PARA TODOS, POR VONTADE OU POR FORÇA

A questão de hoje não é só que uma pessoa precisa receber uma boa educação, mas onde todos são obrigados a recebê-la. O único tipo de educação aceita para que alguém tenha um bom emprego é a educação das instituições de ensino que seguem as normas do governo. Se uma criança cristã receber uma educação completa, no lar, tudo o que será necessário é um justo reconhecimento. Mas o governo tem seus motivos e interesses para não dar tal reconhecimento. O governo vê uma educação controlada pelos pais como ameaça a seus objetivos ideológicos.

Esse controle sobre as crianças em idade escolar segue o rastro do socialismo e do nazismo. No passado, a educação pública nunca foi alvo de políticas governamentais compulsórias, porém as maiores ditaduras assassinas que o mundo já conheceu tinham interesses especiais. A Rússia socialista e a Alemanha nazista estão entre as primeiras nações modernas a controlar completamente as escolas, a não permitir uma educação exclusivamente cristã, a obrigar os professores a ensinar que o homem veio do macaco e a colocar o ser humano e sua vontade no centro de tudo na educação e na sociedade. Nessa questão, não há diferença ideológica significativa entre nazismo e socialismo. Aliás, a maioria dos membros fundadores do nazismo era formada por ex-militantes comunistas e sabe-se que o Partido Nazista - forma abreviada de Partido dos Trabalhadores Nacional Socialista - foi um movimento político composto, com Hitler e sua elite, por muitos homossexuais ocultos. A maior calamidade humana da história - a Segunda Guerra Mundial - começou quando os socialistas russos e os socialistas nacionais alemães fizeram um acordo para repartir, invadir e saquear a indefesa Polônia. Depois disso, o mundo viu tragédias e destruição em massa. Com esse exemplo cruel, as nações deveriam ter aprendido que um sistema de governo que obriga todas as crianças a freqüentar somente escolas aprovadas pelo governo está, literalmente, no caminho da destruição.

Sem dúvida alguma, as leis de freqüência obrigatória à escola da Alemanha nazista e da Rússia comunista teriam recebido total aprovação da besta. No entanto, será que o desejo governamental de controlar as crianças em idade escolar acabou? Infelizmente, não.

Já há leis compulsórias que forçam no Brasil e em muitos outros países todas as crianças a ir para a escola, e as tendências sociais, legais e políticas indicam que logo nenhuma criança poderá ficar fora das instituições de educação aprovadas pelo governo. Será então que a educação obrigatória revelada em Apocalipse já está começando a se tornar realidade? Hoje, todas as crianças - independente de raça, religião e condição social - são obrigadas a freqüentar a escola e receber uma educação de acordo com as determinações do governo. A criança pode estudar muito bem e até adquirir uma formação educacional excelente, porém se não receber sua educação através de instituições determinadas pelo governo, as autoridades lhe negarão um justo diploma, a fim de que as famílias nunca tenham a coragem de assumir a responsabilidade de controlar a educação dos próprios filhos através do ensino em casa. Essas ações do governo deixam a criança sem oportunidades e chances para entrar no mercado de trabalho mais tarde. A questão não é só que o governo quer que as crianças recebam uma educação, mas também que recebam um diploma que comprova que elas foram sistematicamente doutrinadas de acordo com os princípios aceitos pelo governo.

Um efeito colateral importante provocado pela posição da educação no pedestal social é que os jovens são obrigados a passar o máximo de anos estudando, sem nem mesmo poder pensar em casamento. Nos tempos bíblicos e até recentemente, a grande maioria dos jovens podia se casar logo que sentisse muita necessidade. Hoje, mesmo em grande necessidade, eles são forçados a esperar longos anos para se casar, devido às pressões sociais em suas vidas, pois todos temem que eles não conseguirão sustentar uma família sem um diploma aprovado pelo governo. Sem mencionar que as pressões do ambiente universitário para namorar cedo e para não casar cedo são tão grandes que se pode considerar um grande milagre se um rapaz ou moça conseguir terminar a universidade virgem.

Pesquisas indicam que por causa dos estudos universitários, rapazes e moças agora se casam cada vez mais tarde na vida. No entanto, eles não deixam de sentir desejos sexuais. Enquanto os jovens da Bíblia canalizavam esses desejos para o sexo dentro do casamento, os jovens de hoje também canalizam para o sexo, mas não no casamento, em parte por causa da imposição social que os impede de se casar antes de uma formatura. É um dilema importante, em que muitas vezes um ou outro é sacrificado, embora na grande maioria das vezes o sacrificado seja a família e o casamento. Assim, até mesmo muitos jovens cristãos, ao priorizar a educação na frente do casamento quando sentem necessidade sexual urgente, acabam envolvidos em situações bem parecidas com o que sofrem os jovens descrentes: sexo e gravidez antes do casamento e, tragicamente, até aborto. O governo soluciona esses "problemas" treinando os professores das escolas para falar sobre questões sexuais (inclusive métodos de controle da natalidade, camisinha e homossexualismo) num nível distante dos valores bíblicos e familiares. Tudo o que o governo tem feito, em seus esforços para ajudar a "cuidar" das necessidades sexuais das crianças e adolescentes, é ensinar os estudantes a fazer sexo sem gravidez e casamento.

Não é novidade alguma que o governo tem um interesse obsessivo na educação de todas as crianças. Sua meta, obviamente, é formar a mentalidade dos futuros cidadãos desde cedo.


ALTERNATIVA DIVINA

Contudo, a Palavra de Deus revela que Deus também tem um interesse profundo e especial na questão da educação das crianças de famílias cristãs. A orientação de Deus é que os pais têm a responsabilidade de dar para a criança uma educação completa no lar, onde ela poderá aprender muito mais do que só ler, escrever e fazer contas. Deus diz:

"Portanto, amem o Eterno, o nosso Deus, com todo o coração, com toda a alma e com todas as forças. Guardem sempre no coração as leis que eu lhes estou dando hoje e não deixem de ensiná-las aos seus filhos. Repitam essas leis em casa e fora de casa, quando se deitarem e quando se levantarem. Amarrem essas leis nos braços e na testa, para não esquecerem delas; e as escrevam nos batentes das portas das suas casas e nos seus portões". (Deuteronômio 6:5-9 BLH)

Em Deuteronômio, amarrar as leis e os ensinos nos braços e na testa é um sinal e símbolo usado para descrever a educação total que as crianças recebem em casa, sob a direção do pai e da mãe. Quem escreveu esse texto foi Moisés e ele sabia muito bem o que era ser marcado pela educação, pois ele mesmo havia recebido tal marca. A questão da educação é tão vitalmente importante que Deus, através de Moisés, repete para as famílias a mesma orientação:

"Lembrem-se desses mandamentos e os guardem no seu coração. Amarrem essas leis nos braços e na testa, para que não esqueçam delas, e não deixem de ensiná-las aos seus filhos. Repitam essas leis em casa e fora de casa, quando se deitarem e quando se levantarem, e as escrevam nos batentes das portas das suas casas e nos seus portões. Assim vocês e os seus descendentes viverão muitos anos na terra que o Deus Eterno jurou dar aos nossos antepassados. Enquanto o mundo existir, vocês viverão naquela terra". (Deuteronômio 11:18-21 BLH)

Outra versão é ainda mais clara:

"Coloquem essas palavras em seus corações. Implantem-nas profundamente em vocês. Amarrem-nas nas mãos e testa como lembretes. Ensinem essas palavras para seus filhos. Conversem sobre elas onde quer que vocês estejam, sentados me casa ou andando na rua; conversem sobre elas desde o momento em que se levantarem de manhã até o momento em que vocês forem dormir a noite". (Deuteronômio 11:18-19 MSG)

Essa passagem deixa claro que as crianças e o ambiente do lar em que a família vive devem ser profundamente marcados pela educação. Evidentemente, o centro dessa educação são os mandamentos de Deus. Sem esses mandamentos, toda educação, dentro ou fora do lar, é inútil.

Os pais foram colocados na posição de professores naturais de seus filhos, com a oportunidade e responsabilidade de ensinar espontaneamente do começo ao fim do dia, onde quer que estejam. Assim, enquanto as crianças estão em sua fase vulnerável, sua companhia educacional mais importante e próxima deve ser os próprios pais e seus valores. É desejo de Deus que as crianças fiquem totalmente expostas o dia inteiro, todos os dias e em todos os lugares ao exemplo e influência educacional dos pais, a fim de lhes marcar completamente as atitudes e pensamentos.


EDUCAÇÃO DE DEUS X EDUCAÇÃO DA BESTA

Quando Deus usou Moisés para orientar os pais a educar os filhos no lar, já existia um "excelente" sistema educacional fora do ambiente familiar. Hoje esse sistema ocupa uma posição de controle e respeito social tão grande que ninguém acredita que no lar a criança possa receber um mínimo de educação adequada. A idéia geral é que "ninguém consegue viver decentemente sem passar por uma escola institucional". Assim, a educação das escolas ocupa um pedestal de divindade social que ninguém ousa questionar.

Embora não freqüentassem escolas públicas, as crianças das famílias de Deus na Bíblia recebiam uma educação excelente, principalmente nos mandamentos de Deus. Os professores não eram pessoas estranhas, mas o pai e a mãe. A escola era o próprio lar.

Naquela época não havia lápis, caneta, borracha, caderno, livros, etc. Hoje, com todos os recursos de que dispomos, os pais acham que, diante dos professores de escolas públicas, são incapacitados e inferiores para educar os filhos. Contudo, possuindo somente a Palavra de Deus e seguindo a orientação de Deuteronômio 11:18-21, os pais e as mães da Bíblia conseguiram educar e treinar filhos para o Senhor. Se era possível dar aulas em casa naquele tempo, por que não agora? Hoje há menos impedimentos para se dar aulas escolares em casa. Há computadores, vídeos e muitos outros meios que facilitam grandemente a instrução da criança. Portanto, do ponto de vista tecnológico, não há barreiras para que a educação da criança seja dada no próprio lar. A única barreira é o governo, que teme perder a oportunidade de marcar a criança com suas ideologias. Do ponto de vista e chamado de Deus, os pais e as mães têm a responsabilidade, com ou sem barreiras, de assumir a educação total de seus filhos.

A educação no lar não é impossível. Jesus mesmo disse: "O que é impossível para os homens é possível para Deus". (Lucas 18:27 NVI) Eu e minha esposa educamos nossos filhos por esse método, sacrificando tudo para que Deus e seus projetos sejam prioridade absoluta na vida deles. Comprovamos por experiência própria que um menino aprende a escrever e ler melhor e mais rápido sob a instrução direta dos pais. Mas não estamos, de forma alguma, sozinhos. Há muitas famílias evangélicas no Brasil ensinando os filhos em casa, mesmo sem nenhum apoio e aceitação do governo. Nos EUA, o número de crianças evangélicas na educação escolar em casa - movimento conhecido lá como homeschooling - já chega a 2 milhões e não pára de crescer. Contudo, mesmo que estivéssemos sozinhos, não valeria a pena? Afinal, Deus é fiel e ele sempre honra os que o honram acima de tudo.

O alvo da educação pública é formar a mentalidade de um menino e menina de acordo com os valores aprovados pelo governo e transmitir para eles tudo o que esses valores consideram como importante. O alvo de Deus, quando ele orienta os pais a educar em casa, é transmitir para a criança tudo o que a Palavra de Deus vê como importante. Naturalmente, o governo não tem disposição de permitir que Deus e sua Palavra ocupem o centro da educação na vida das crianças. Aliás, o sistema social e político de hoje quer que acreditemos que é possível educar a criança sem misturar "religião", embora nas escolas públicas haja crescente espaço para a expressão das religiões afro-brasileiras sob a máscara da valorização da cultura negra. A educação completa que o governo exige para as crianças é obrigatória e não inclui a Palavra de Deus no centro de tudo, não muito diferente da educação revelada em Apocalipse:

"[A Besta] obrigou todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, a receberem certa marca na mão direita ou na testa, para que ninguém pudesse comprar nem vender, a não ser quem tivesse a marca, que é o nome da besta ou o número do seu nome". (Apocalipse 13:16-17 NVI)

Enquanto em Apocalipse se menciona o "marca na mão direita ou na testa", Deuteronômio menciona amarrar as leis de Deus "nos braços e na testa". Esse simbolismo bíblico se refere a uma educação completa e marcante na mente e nas atitudes das crianças, mas com uma diferença: Deuteronômio apresenta o plano de Deus para formar os filhos no lar, porém a futura formação da humanidade que Apocalipse revela ocorrerá fora da influência e controle da família e seus valores. Sua ligação mais importante será os valores da Besta, e a maneira mais eficaz de transmitir esses valores é aproveitando as oportunidades em que as crianças estão longe da supervisão direta dos pais.

. Qual é o lugar em que um menino e menina passam mais horas, diariamente, fora dos olhares e proteção moral da família?

. Qual é o lugar que eles, em seus anos vulneráveis, passam mais tempo distantes da esfera de influência dos pais?

. Qual é o lugar em que eles ficam, durante anos, mais próximos do governo e seus valores?

Resposta: O ambiente da escola institucional. Apocalipse mostra que, através da educação, os valores escolhidos pela Besta serão implantados em todas as crianças e adolescentes: religiosos e ateus, pobres e ricos, pretos e brancos, empregados e patrões, etc. Um desses valores, por exemplo, é a tolerância, respeito e aceitação como normal de comportamentos como o homossexualismo. Essa educação será, na opinião dos maiores educadores futuros, completa porque o ser humano e sua vontade estarão no centro de tudo.

No entanto, de que adiantará para a humanidade alcançar níveis elevados em sua "qualidade" de educação, sem a Palavra de Deus? "Pois, que adiantará ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou, o que o homem poderá dar em troca de sua alma?" (Mateus 16:26 NVI) Noah Webster, autor do famoso Dicionário Webster, declarou: "A educação é inútil sem a Bíblia". Uma educação sem a Bíblia valeria o sacrifício da alma de nossos filhos? Martinho Lutero declarou: "Temo que as escolas acabem mostrando no final que são as grandes portas do inferno, a não ser que elas se dediquem diligentemente ao trabalho de explicar as Escrituras Sagradas, gravando-as no coração dos jovens. Não aconselho ninguém a colocar seu filho num lugar em que a Bíblia não reine de modo supremo. Toda instituição em que as pessoas não se ocupam mais e mais com a Palavra de Deus está condenada a se corromper". (5)

Lutero estava errado? Hoje quase todos os exemplos de famílias evangélicas em que há filhos desviados do Senhor, os filhos começam a se distanciar dos pais e seus valores durante o período em que freqüentam uma escola institucional. Eles se desviam por influência dos amigos, principalmente no convívio do ambiente escolar, onde muitas vezes não há respeito pelos valores morais da Palavra de Deus. Além disso, na escola institucional de hoje a criança e o adolescente absorvem novos valores e aprendem basicamente independência da família e seus valores.


MOISÉS E AS MELHORES ESCOLAS, DO PONTO DE VISTA HUMANO

Deus precisa da educação controlada pelo governo para construir e usar um homem ou uma mulher? Talvez ninguém tenha experimentado tanto de uma educação desse tipo quanto Moisés. Como filho adotivo da filha do faraó, o governante do Egito, Moisés passou considerável parte de sua vida recebendo educação nas melhores universidades egípcias, que eram consideradas as mais avançadas da época. Em termos modernos, seria como estudar nas melhores universidades americanas. Livros de história modernos confirmam que a educação no Egito era avançada:

Muitos dos ideais e crenças modernos, assim como grande parte do conhecimento sobre o homem, tiveram sua origem no Egito. Os antigos egípcios desenvolveram o primeiro tipo de governo nacional do mundo. Produziram uma arte e uma literatura expressivas. Introduziram a arquitetura baseada na pedra e fabricaram o primeiro material adequado para a escrita, o papiro. Estabeleceram o ano de 365 dias, e os métodos básicos de geometria e cirurgia. (6)

Moisés passou quase 40 anos de sua vida estudando! Sua formação educacional nas universidades egípcias foi tão abrangente que ele se tornou, com todo o conhecimento e treinamento que ganhou, um homem com a capacidade de falar com eloqüência e realizar grandes obras e empreendimentos na área política, científica, social, filosófica e militar. "Moisés foi educado em toda a sabedoria dos egípcios e veio a ser poderoso em palavras e obras". (Atos 7:22 NVI) Muito antes de ser usado por Deus, ele adquiriu uma fama e influência impressionante como pensador, filósofo, orador e empreendedor. Pelos padrões humanos, que valorizam apenas os diplomas, ele estava destinado ao sucesso das grandes carreiras.

Com toda a educação especial que recebeu, ele estava mais do que preparado para dirigir um povo, na esfera política e militar. Um dos seus primeiros atos, depois de anos de treinamento nas instituições de ensino egípcias, foi matar um egípcio que estava maltratando um hebreu. Embora muitas vezes dirija militarmente seus líderes, Deus não precisava do treinamento educacional e militar egípcio para usar Moisés para liderar o povo hebreu na sua saída do Egito. Por isso, Deus o levou para o deserto para remover dele a educação e preparação do Egito e lhe dar a educação e preparação do Senhor. Ali, depois de anos trabalhando com rebanhos de ovelhas e sem acesso a livros e outros meios para alimentar o vasto conhecimento cultural que ele havia adquirido nas universidades egípcias, ele perdeu sua capacidade para falar com eloqüência e coragem para realizar grandes obras (veja Êxodo 4:10,13). Quarenta anos de "treinamento" no deserto, sem acesso ao elevado conhecimento humano do Egito ao qual ele estava tão acostumado, o deixaram humilde em suas palavras e ações! Os longos anos que Moisés passou nas universidades egípcias foram também, na mesma proporção, os mesmos longos anos que Deus escolheu para moldá-lo e remover dele as marcas que a educação egípcia havia deixado no seu modo de pensar e agir.

Depois de passar 40 anos no deserto e ser "desmarcado" e "descontaminado" da educação egípcia, Moisés pôde ter o que todos os anos de estudo nunca lhe deram: abertura e sensibilidade para ouvir e atender à voz de Deus. Para remover dele toda socialização negativa que ele teve nas instituições de ensino, Deus o colocou numa situação em que não havia quase nenhum contato social, a não ser sua esposa, filhos e… a presença de Deus. Buscando a Deus profundamente na solidão do deserto foi uma experiência importante que o ajudou a se tornar um homem sensível e aberto ao Espírito Santo. Ouvindo a voz do Senhor, ele foi aprendendo sua vontade e foi poderosamente usado pelo Espírito Santo para ensinar o povo de Deus. Aliás, foi através dele que o Senhor deu a orientação de Deuteronômio 6:5-9, onde os pais são instruídos a assumir a educação total dos próprios filhos, marcando suas mentes para pensar e suas vidas para agir conforme o Senhor determina.

Moisés conhecia, de experiência própria, a educação em escolas institucionais. Conforme descreve o escritor Filo, da Antigüidade, ele estudou matemática, geometria, ciência, astronomia, poesia, música, medicina, hieróglifos, etc. Ele estudou tudo o que as universidades egípcias tinham para oferecer. Embora a instrução que ele recebeu no Egito o tenha marcado fortemente para falar e agir de acordo com a educação das melhores instituições de ensino daquele tempo, Apocalipse alerta que o sistema da Besta vai superar a educação egípcia, marcando muito mais profundamente o modo de as pessoas falarem e agirem. Naturalmente, o condicionamento da Besta na mente e vida das pessoas virá sob o disfarce de excelente educação humana.

Em Deuteronômio, Deus usa Moisés, um homem que tinha vasta experiência nas instituições humanas de ensino, para mostrar aos pais que a melhor educação ocorre no lar. Em Apocalipse, a Besta mostrará e obrigará todas as pessoas a aceitar como fato que a melhor educação ocorre nas escolas institucionais, fora da esfera da família e seus valores. O sinal ou marca na mão e na testa que a Bíblia revela indica o poder de uma educação sistemática que marca profundamente os estudantes em seu modo de pensar e agir. A diferença é onde cada sistema opera para marcar a vida das pessoas.

A freqüência obrigatória às escolas institucionais é cada vez mais a escolha do governo para as famílias. No entanto, a escolha de Deus nos dá a opção de escolher um jeito melhor de treinar nossos filhos academicamente, livres de interferência governamental.

A educação aprovada por Deus tem o lar como escola essencial, mas a educação futura ocorrerá longe da família e sua supervisão e acompanhamento moral e espiritual na vida das crianças. Essa educação futura ocorrerá sob a responsabilidade de governos e leis inspirados por uma potestade espiritual que quer condicionar os seres humanos a pensarem e agirem, em alguns aspectos, como animais ou como indivíduos maus, que não seguem nem respeitam os mandamentos de Deus, principalmente nas questões de sexo, família, filhos, aborto, homossexualidade, etc.


JOÃO BATISTA E A MELHOR EDUCAÇÃO, DO PONTO DE VISTA DE DEUS

A atual geração precisa das visitações de Deus. E a verdade é que ele tem prazer em visitar as pessoas para trazer cura, libertação, transformação e salvação. Se queremos criar e educar filhos que terão uma estrutura de vida espiritualmente forte para preparar as visitações que o Senhor deseja realizar neste mundo desesperado e necessitado, precisamos ter a disposição e abertura espiritual que o casal Zacarias e Isabel tinham. Eles estavam dispostos a sacrificar tudo por Deus e seus projetos divinos. Por causa dessa disposição, Deus lhes deu a honra e oportunidade de se tornarem os pais de João Batista, o homem que Deus usou para preparar o coração das pessoas para a vinda de Jesus Cristo.

João foi treinado de modo bem especial, desde o começo de sua vida. Ele nasceu bem na época do próprio nascimento de Jesus, e quase foi morto, pois em sua fúria contra a chegada do menino Jesus ao mundo o rei Herodes lançou uma campanha de perseguição contra as famílias da cidade de Belém, matando todos os bebês, na esperança de acabar com o Messias que havia nascido. Para salvar seu bebê da morte, Zacarias e Isabel pegaram João e fugiram para o deserto, onde passaram a viver escondidos das autoridades. Eles já eram muito idosos e provavelmente passaram seus últimos anos no deserto, protegendo e treinando seu menino especial.

Zacarias e Isabel, que eram pessoas muito dedicadas a Deus e vinham de famílias de sacerdotes, estavam muito bem capacitados para ensinar tudo sobre Deus e sua Palavra poderosa. Eles implantaram fortemente em João as verdades e mandamentos de Deus e lhe deram instruções básicas de como sobreviver no deserto. Pelas atitudes rústicas de João, nota-se que ele cresceu sem um convívio social "normal". Mas Deus escolheu exatamente essas circunstâncias para treiná-lo para crescer diferente das outras pessoas. Homens e mulheres que têm uma missão especial de Deus em suas vidas são treinados, desde a infância, num modo de vida especial e diferente das pessoas "normais". O treinamento especial de João mudou sua vida, fortaleceu seu chamado e moveu o Espírito Santo para derramar sobre ele a poderosa unção de Elias, um homem de oração que vivia nos desertos com Deus, um homem que foi profeticamente usado pelo Senhor para tocar uma nação inteira.

Do ponto de vista humano, João pode ter perdido muitas oportunidades de contato social, mas não houve perdas reais, conforme confirma Jesus: "Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me. Pois quem quiser salvar a sua vida, a perderá, mas quem perder a sua vida por minha causa, a encontrará. Pois, que adiantará ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou, o que o homem poderá dar em troca de sua alma? Pois o Filho do homem virá na glória de seu Pai, com os seus anjos, e então recompensará a cada um de acordo com o que tenha feito". (Mateus 16:24-27 NVI) Sua falta de contato social "normal" foi preenchida por Deus com um treinamento especial que o envolveu em contatos muito especiais: a maioria dos apóstolos de Jesus já seguia João muito antes de conhecerem Jesus. Ele teve o privilégio de dirigir o treinamento espiritual inicial de Pedro e outros discípulos de Jesus! Do ponto de vista espiritual, a educação que João recebeu foi muito útil e lhe deu uma estrutura forte que o capacitou a preparar o coração dos homens que fariam parte importante do ministério de Jesus.

Deus achou que era necessário que João fosse criado no deserto, com muitos sacrifícios para ele e para seus pais, a fim de que ele pudesse ficar distante de todo tipo de socialização e influência negativa que o desviasse do chamado divino para ele. A única educação que João experimentou em seu isolamento no deserto foi a instrução bíblica e pessoal que seus pais lhe passaram. Não havia mais nada para distraí-lo. Não havia nenhum outro tipo de influência educacional. Seu contato mais importante era a presença do Espírito Santo, os próprios pais e seus valores. E ele não foi o único homem de Deus a "perder" em favor de metas mais importantes. O próprio Apóstolo Paulo diz: "E não somente essas coisas, mas considero tudo uma completa perda, comparado com aquilo que tem muito mais valor, isto é, conhecer completamente Cristo Jesus, o meu Senhor. Eu joguei tudo fora como se fosse lixo, a fim de poder ganhar a Cristo". (Filipenses 3:8 BLH)

Zacarias e Isabel morreram logo, porém seus ensinamentos e valores espirituais jamais morreram. "Filho, faça o que o seu pai diz e nunca esqueça o que a sua mãe ensinou. Guarde sempre as suas palavras bem gravadas no coração. Os seus ensinamentos o guiarão quando você viajar, protegerão você de noite e aconselharão de dia. As suas instruções são uma luz brilhante, e a sua correção ensina a viver". (Provérbios 6:20-23 BLH) Eles mesmos deram aulas escolares para seu filho. Essas aulas foram ministradas juntamente com os ensinos da Palavra de Deus. A educação projetada por Deus tem o lar como escola e a Palavra de Deus como centro da educação, sob a supervisão e acompanhamento direto dos pais. Até mesmo distintos homens reconhecem que a melhor educação vem da Bíblia. Theodore Roosevelt, Presidente dos Estados Unidos, declarou: "Um conhecimento profundo da Bíblia vale mais do que uma educação universitária". (7) Reconhecer uma verdade é uma coisa; pagar o preço para vivê-la é outra. Os pais de João Batista sacrificaram tudo para priorizar a Palavra de Deus na educação de seu filho.

Tudo o que Zacarias e Isabel ensinaram para João permaneceu vivo na alma dele, guiando-o na sua importante missão de anunciar e preparar a vinda do Messias. Com a educação no lar que recebeu dos pais, João pôde fazer o que, aos olhos de Deus, é o alvo mais importante de todo ser humano: viver a vontade e o chamado de Deus na terra.

A educação moderna e suas instituições formais podem parecer muito mais atraentes, sofisticadas e importantes do que a instrução cristã no lar, mas a educação institucional é um oásis traiçoeiro - cheio de promessas enganosas - cada vez mais controlado por governos para doutrinar sistematicamente as crianças. Esse controle e doutrinação é a principal característica do sistema da besta revelado no livro do Apocalipse. Em contraste, a educação escolar no lar oferece liberdade para as famílias fortalecerem e protegerem seus filhos moral e espiritualmente. Essa educação é realizável? No exemplo de Moisés e João Batista, Deus mostra que até mesmo no deserto, onde há escassez de recursos educativos e onde ninguém vê esperança de sucesso, ele pode educar e levantar grandes homens de caráter, integridade, sabedoria e coragem para liderar uma nação, treinar líderes e, principalmente, honrar o nome de Jesus Cristo. Assim, se Deus pode trabalhar no deserto para educar um homem ou mulher, quanto mais em casa!

Para as famílias cristãs, a educação no lar é essencial porque seu controle não pertence ao governo, mas aos pais. A educação escolar em casa dá aos pais a preciosa liberdade de colocar Deus e sua vontade no centro de tudo e treinar e capacitar a criança para se tornar um adulto equipado para fazer a vontade de Deus, glorificar a Pessoa de Jesus Cristo e ajudar a avançar, na sociedade e na vida das pessoas, um governo mais elevado: o Reino de Deus e seus valores. Assim, as crianças cristãs educadas no lar ganham a oportunidade maravilhosa de conhecer e obedecer a seu Mestre, Professor, Senhor e Rei e são treinadas, como foi João Batista, para ajudar homens e mulheres a se tornarem seguidores apaixonados de Jesus. Tal educação é perfeitamente possível quando se dá espaço livre e plenas oportunidades para Deus ser seu Capacitador.



Versões bíblicas usadas:

BLH: Bíblia na Linguagem de Hoje (CD-Rom Módulo Básico da Sociedade Bíblica do Brasil).

Darby: Tradução literal do Antigo e Novo Testamento feita por John Nelson Darby (1800-82).

MSG: THE MESSAGE, versão em inglês da Bíblia em Linguagem Contemporânea. Copyright 2002 by Eugene Peterson.

NVI: Nova Versão Internacional. Copyright 2000 Sociedade Bíblica Internacional.


Copyright 2004 Julio Severo. Proibida a reprodução deste artigo sem a autorização expressa de seu autor. Julio Severo é autor do livro O Movimento Homossexual, publicado pela Editora Betânia. Ele escreve principalmente sobre questões de vida e família e seu trabalho tem sido mencionado no Congresso Nacional e em importantes revistas evangélicas, inclusive Revista Show da Fé, Eclesia, Enfoque Gospel, etc. Além disso, seus artigos têm aparecido em muitos sites e publicados (inclusive três matérias de capa) na Defesa da Fé, a principal revista apologética para líderes evangélicos. Ele também é um líder no movimento de educação escolar em casa (veja a seção brasileira do site da Home School Legal Defense Association: www.hslda.org). Se desejar publicar este artigo em seu site ou revista, entre em contato com o autor. E-mail: juliosevero@msn.com, juliosevero@fastmail.fm


Publicado em 2/3/2005

Fonte: http://www.jesussite.com.br/acervo.asp?id=1026